ola joao obrigado pela tua visita eu tambem pensava que fazendo o que fosse por gosto... fiquei farta daquele trabalho e principalmente daquela relaçao horrivel de prepotencias academicas porque se tem um grau ou varios acima
bom. dia do professor. tambem acho que temos de ser mais motivados. mas independentemente de todos os contras é bom ser professor. beijinhos
Este poste poderá, à primeira vista, induzir o leitor em erro. O humor e a ironia são difíceis de descodificar. Nunca seria minha intenção chamar burros aos professores mas sim “ burros -de - carga” sentido figurado de quem aguenta tudo que lhe põem às costas. Eu fui (sou) professor. O professor, hoje, está subjugado a papéis, alguns completamente inúteis do ponto de vista pedagógico, com horários acima de qualquer trabalhador, colocado a distâncias sem qualquer incentivo ou ajuda, sem perspectivas de carreira, num ambiente de medo e desconfiança entre colegas, desvalorizado pela sociedade e pelo seu ministério, avaliado por itens administrativos e não pedagógicos. No entanto, o professor trabalha, trabalha, trabalha até que um dia não poderá mais.
João, vim agradecer tua visita e encantei-me com o teu blog. Costumo sempre olhar a primeira postagem para ter idéia do que motivou a pessoa a criar um espaço e registrar sua escrita. Confesso que de imediato agradou-me a tua apresentação em “Porque escrevo”, mostrando uma pessoa preocupada com as desigualdades sociais, o descaso daqueles que possuem o poder, o rumo que a humanidade está tomando, bem como a mostra de um certo lado saudosista, um verdadeiro poeta na construção de trechos lindos, como aconteceu nos dois últimos parágrafos.
A partir daí, a leitura dos outros posts veio apenas confirmar a primeira impressão.
Os problemas que afligem o teu país são os nossos aqui (Brasil). A bem dizer, situações que se espalham pelo mundo a fora, pois como bem o disseste: “Falta honestidade, falta dignidade, falta respeito pelos outros e, especialmente, pelos mais fracos.”
Tens aqui um espaço precioso, apenas com um mês de nascido. Que a blogosfera te traga as gratificações que esperas no prazer de construir algo que te dá prazer. Sei que farás muitos amigos por aqui, e mesmo sendo ‘virtuais’ te trarão imensas alegrias, pois os sentimentos e as emoções tornam-se reais nesse mundo tão vasto da blogosfera.
Deixo-te o sorriso de um anjo brincando neste espaço tão bonito e aconchegante e votos de horas lindas a enfeitar os teus dias.
Este "burro-de-carga" vem agradecer a visita e as palavras deixadas no meu blog. Quanto a ser professor, palavras para quê? Beijinhos e volta sempre. Maria
Posso apenas sugerir uma mudança na cor que usas para escrever? Desculpa a ousadia, mas é difícil ler alguns posts e comentários, dado que a cor base é escura, com o preto das letras fica difícil...
Amigo João, aqui para baixo também há um ditado semelhante (não sei se baseado no que transcreveste). A ideia de o transcreveres no oprimido falar mirandês, para mim, foi excelente.
Não faço promessas...lol...apenas deixo um bj de feliz dia do professor !!!
ResponderEliminarola joao
ResponderEliminarobrigado pela tua visita
eu tambem pensava que fazendo o que fosse por gosto...
fiquei farta daquele trabalho e principalmente daquela relaçao horrivel de prepotencias academicas porque se tem um grau ou varios acima
bom.
dia do professor. tambem acho que temos de ser mais motivados. mas independentemente de todos os contras é bom ser professor.
beijinhos
Ser Professor.
ResponderEliminarEste poste poderá, à primeira vista, induzir o leitor em erro. O humor e a ironia são difíceis de descodificar.
Nunca seria minha intenção chamar burros aos professores mas sim “ burros -de - carga” sentido figurado de quem aguenta tudo que lhe põem às costas. Eu fui (sou) professor.
O professor, hoje, está subjugado a papéis, alguns completamente inúteis do ponto de vista pedagógico, com horários acima de qualquer trabalhador, colocado a distâncias sem qualquer incentivo ou ajuda, sem perspectivas de carreira, num ambiente de medo e desconfiança entre colegas, desvalorizado pela sociedade e pelo seu ministério, avaliado por itens administrativos e não pedagógicos.
No entanto, o professor trabalha, trabalha, trabalha até que um dia não poderá mais.
João, vim agradecer tua visita e encantei-me com o teu blog. Costumo sempre olhar a primeira postagem para ter idéia do que motivou a pessoa a criar um espaço e registrar sua escrita. Confesso que de imediato agradou-me a tua apresentação em “Porque escrevo”, mostrando uma pessoa preocupada com as desigualdades sociais, o descaso daqueles que possuem o poder, o rumo que a humanidade está tomando, bem como a mostra de um certo lado saudosista, um verdadeiro poeta na construção de trechos lindos, como aconteceu nos dois últimos parágrafos.
ResponderEliminarA partir daí, a leitura dos outros posts veio apenas confirmar a primeira impressão.
Os problemas que afligem o teu país são os nossos aqui (Brasil). A bem dizer, situações que se espalham pelo mundo a fora, pois como bem o disseste: “Falta honestidade, falta dignidade, falta respeito pelos outros e, especialmente, pelos mais fracos.”
Tens aqui um espaço precioso, apenas com um mês de nascido. Que a blogosfera te traga as gratificações que esperas no prazer de construir algo que te dá prazer. Sei que farás muitos amigos por aqui, e mesmo sendo ‘virtuais’ te trarão imensas alegrias, pois os sentimentos e as emoções tornam-se reais nesse mundo tão vasto da blogosfera.
Deixo-te o sorriso de um anjo brincando neste espaço tão bonito e aconchegante e votos de horas lindas a enfeitar os teus dias.
Os professores talvez devam aligeirar a carga... Eu sei que não depende só deles, mas quem sabe as coisas mudem... Um abraço.
ResponderEliminarOlá
ResponderEliminarEste "burro-de-carga" vem agradecer a visita e as palavras deixadas no meu blog. Quanto a ser professor, palavras para quê?
Beijinhos e volta sempre.
Maria
Posso apenas sugerir uma mudança na cor que usas para escrever? Desculpa a ousadia, mas é difícil ler alguns posts e comentários, dado que a cor base é escura, com o preto das letras fica difícil...
ResponderEliminarAmigo João,
ResponderEliminaraqui para baixo também há um ditado semelhante (não sei se baseado no que transcreveste). A ideia de o transcreveres no oprimido falar mirandês, para mim, foi excelente.
Um abraço,
Francisco Nunes
Adoreiiiiiiii! Ainda mais em Mirandês. Jinhos mil
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