Hoje lembrei-me de ti.
Não consegui ver o teu rosto,
A cor dos teus olhos,
Ouvir o timbre da tua voz,
Sentir o desejo do teu calor.
Nem sequer deslumbrar
As formas do teu corpo.
Não eras mais que uma leve mancha
No passado, desfeita nas nuvens
De vapor do gelo que foste.
És passado morto.
Não houve amor.
Não deixaste marca.
Não amaste; passaste.
João Norte
"Não amaste; passaste."
ResponderEliminarAssim acontece tanta vez... Porque o amor é aquele "contentamento descontente" de que falava Camões.
Um abraço.
João Norte,
ResponderEliminarEstá na altura de abordar problemas mais prementes para a maioria das pessoas. Com igual génio mas mais visão de conjunto.
Bonito este poema, muito mesmo!
ResponderEliminarbeijo
Um desafio.
ResponderEliminarLança-me o amigo Diogo um desafio para falar sobre assuntos prementes na sociedade portuguesa. Não fugirei.
Antes porém, quero esclarecer que não me considero especialmente habilitado para a discussão dos assuntos que considero prementes, sou apenas um cidadão atento a quem a experiência dos anos ensinou alguma coisa.
Depois eles são vários.
Vamos simplificá-los apenas em três:
1º- A crise na Educação
2º- A crise de valores
3º- A crise económica
No próximo texto tentarei dar a minha modesta opinião sobre um destes temas. E aproveito para lançar também ao Diogo e a todos os que visitem esta página o pedido para deixarem a sua também; faremos, assim, um espaço de debate.
Excelente, parabéns
ResponderEliminarUm poema que dói... porque mexe no mais profundo do ser, lá onde escondemos os segredos que à luz do dia pareceriam tão banais... tão comuns... e só não o são por serem nossos os mistérios, e porque os escondemos naquelas 'ilusões' de um amor que já se tornou passado e só nós não percebemos...
ResponderEliminarFica um raio de sol a brincar no teu dia.
Belas palavras com que aqui exprimes um sentimento que cada vez mais tende em desaparecer ou aliar-se a algo negativista ...
ResponderEliminarViva o AMOR!!