Náufrago sem leme,
Nem rumo.
Como nuvem de fumo,
Naveguei em mar,
Dentro de ti.
No labirinto dos desejos,
No ópio dos teus beijos,
Me droguei e me perdi.
Ao brilho difuso da lua,
A minha vida se perdeu,
Como satélite,
Na magnitude da tua.
Nas malhas dessa rede
Chamado Amor,
Eu fiquei preso,
E de alma nua.
Hoje, restam-me as saudades,
Que arrasto pela rua.
João Norte
Dezembro 2009
Tudo a ver com o título.
ResponderEliminarÀs vezes as perdas ou as distâncias
provocam-nos desabafos assim...
GOSTEI!
M.M.