Perdi-me
Perdi-me nos meandros dos tempos
Na danosa busca das verdades,
Oh enganosa pretensão a minha!...
De querer arvorar-me de mente iluminada.
Mas é assim que respiro e vivo sempre
E continuo nas mesma caminhada
Dos trilhos escurecidos,
E sofro a autenticidade do carácter
Nas paragens,
Onde os outros me vêem sempre
Pelo filtro protector das suas roupagens.
João Norte
2010
Muito bom! Gostei e de certo modo, revejo-me.
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