Este país em que tivemos a sorte de nascer e que, pelo sua situação geográfica e climatérica poderia ser um país de riqueza, continua pobre como sempre foi e enganado pelos seus naturais que vivem explorando outros seus compatriotas.
Passámos os séculos da Renascença sem renascermos, da revolução industrial sem a fazermos, da tecnologia sem a termos. Sempre vivendo do exterior suprindo a falta do que alguns roubam. Depois de uma ditadura que nos manteve no obscurantismo da religião ignorante, pensávamos que com a “ revolução de Abril” homens esclarecidos e honestos tomassem as rédeas do governo que nos tinha faltado. Porém, mais uma vez, vêm de fora milhões a que os “ espertos” põem a mão. A corrupção instala-se como vírus no tecido político. Os governos de maioria são uma miragem para pôr fim ao compadrio e ao arranjo de ocasião. Os actores são os mesmo, a farsa não muda. Nas campanhas eleitorais repetem-se as mesmas pessoas, as mesmas propostas e a falta delas.
Parece faltar a este país capacidade imaginativa para governar. O povo na sua maioria continua ignorante: não lê, não pensa, esquece hoje quem foram os incompetentes de ontem e tudo continua na mesma.
Avizinham-se novas eleições com pessoas velhas. E a escolha parece recair nos de ontem de quem não se gostou ou nos de anteontem, piores ainda, mas de que já nos esquecemos.
Vemos, ouvimos e lemos pessoas que nos parecem bem intencionadas a pregar e defender pseudolíberes( refiro-me obviamente à D. Manuela) que de líder não tem nada e cujo passado político já mostro incompetência, falta de ideias e de rumo.
Vejamos alguns exemplos:
Enquanto ministra da Educação tentou as mesmas reformas que a ministra Maria de Lurdes ou pior. Vejam-se os jornais e fotos da época. Enquanto ministra das finanças assinou o TGV do Durão, empenhou os impostos, assinou a compra ruinosa e duvidosa dos submarinos: Isto para não ir mais longe.
É esta a escolha?