lunes, 28 de septiembre de 2009

A minha análise

Já ouvi e li muitas análises ao resultado das eleições, todavia eu tenho a minha e ainda não ouvi ninguém referir coisa parecida, será que estou muito enganado? Mas vamos lá. A 1ª conclusão que se tira é a de que a D. Manuela vai para a reforma, que deve ser grande os barões do PSD já estavam à espera da sua queda. O PS canta vitória, mas curta. O priblema está na governação do País e é isso que interessa a todos. A critica que se fazia, e com razão, a Sócrates e ter governado à direita preenchendo o espaço político do PSD. Em meu entender, com este resultado, o próximo governo será ainda mais à direita. A soma dos deputados do PS com qualquer partido da esquerda não lhe permite maioria. Os acordos pontuais doderão esbarrar com a soma dos do PSD com os do CDS que juntos são mais do que os do PS. Logo, o PS terá de fazer acordos com o CDS para ter a maioria no Paralamento. É caso para dizer: "pior a emenda do que o soneto". Outra coisa que me interessa é ver a posição dos partidos em relação ao estatuto do professor. Será que algum vai colocar na Assembleia uma proposta de alteração? E será que a votam todos? Tenho muitas dúvidas. O PSD vai deixar esquecer este assunto. Só se referiu a ele na campanha para cavalgar o descontentamento porque quanto ao conteudo concorda. Veremos!

martes, 22 de septiembre de 2009

Cavacogate

Pronto, já temos o nosso Cavacogate. Num país onde as pessoas pensassem, este homem teria que se demitir e o PSD afundava-se.

miércoles, 16 de septiembre de 2009

A Padeira e o D. Nuno

Como as férias acabaram, pus-me a pensar nas eleições, nos cenários possíveis.
Pelas sondagens já publicadas parece que teremos um partido minoritário à esquerda ( o PS) ou à direita (PSD).
Partindo das declarações feitas pelos líderes da direita, não é difícil imaginar o futuro.
A D. Manuela encarnou o espírito da Padeira, quer o nacionalismo contra os espanhóis; talvez fechar as fronteiras, restaurar os castelos, proibir a importação de caramelos, encontrar um D. Nuno Alvares repetir Aljubarrota.
O Paulo Portas quer que os pagamentos do subsídio sejam em géneros; podíamos voltar às trocas directas, talvez mesmo abolir a moeda, votávamos à servidão, e aos senhores, talvez com direito à primeira noite das donzelas.
Com estes dois voltávamos, pelo menos à Idade Média.
Nada disto me espanta. O que me espanta é ver pessoas, aparentemente inteligentes, a votarem nestes líderes.
<img src="jonorte.files.wordpress.com/2009/09/f-leite-a-chorar51.jpgwp-content/uploads/2009/09/F-Leite-a-chorar4.jpg" alt="F Leite a chorar" title="F Leite a chorar" width="96" height="96" class="alignnone size-full wp-image-519" />

martes, 8 de septiembre de 2009

Diz antigo ministro do PSD

Ex-ministro da Saúde do Governo de Cavaco critica programa do PSD
08.09.2009 - 10h01 Romana Borja-Santos
O antigo ministro da Saúde de Cavaco Silva, Paulo Mendo, considera que os programas eleitorais dos diferentes partidos para o sector que liderou são “omissos” e critica, mais concretamente, o PSD por dizer “banalidades” e por fazer propostas que não são “bem justificadas”.

Em declarações ao Rádio Clube, o antigo responsável pela pasta da Saúde lamenta ainda que o “essencial da saúde” não seja “falado nem sequer programado” quando a expansão dos serviços e a relação do Estado e do Serviço Nacional de Saúde com o sector privado serão os desafios da próxima legislatura, quer vença o PS quer vença o PSD. A este propósito, o antigo ministro considera preocupante que as parcerias público-privadas tenham ficado de fora do programa dos socialistas e dos social-democratas.

Alargar o acesso a cuidados de saúde oral a todas as crianças e jovens entre os 4 e os 16 anos, promover rastreios junto da comunidade escolar, garantir até 2013 que as Unidades de Saúde Familiar abranjam todo o território nacional e alargar a todo o país o apoio domiciliário de cuidados continuados integrados são as principais propostas feitas pelo PS para desenvolver no sector da saúde na próxima legislatura.

Além disso, o partido promete continuar a promover o Serviço Nacional de Saúde e incentivar a “racionalização da rede de assistência materno-infantil e da rede de urgências”, assim como continuar a trabalhar na venda de medicamentos fora das farmácias. Por outro lado, pretendem apostar na prescrição electrónica, incentivar o consumo de genéricos e aumentar a comparticipação para quem mais precisa. Racionalizar os recursos humanos e apostar na cirurgia de ambulatório são outras duas propostas. O PS apresenta, ainda, propostas específicas para diferentes patologias como o VIH/Sida, diabetes, dependências, oncologias e saúde materno infantil.

Já o PSD – que o PS acusa de querer privatizar o Serviço Nacional de Saúde – pretende garantir uma “maior acessibilidade aos serviços de saúde”, mas reduzir a despesa com os mesmos, para não colocar em risco a “sustentabilidade financeira”. O partido propõe, ainda, um rastreio às condições dentárias, visuais e auditivas nas crianças e uma redução das listas de espera. Não obstante, pretendem continuar a apostar na medicina familiar e da rede de cuidados continuados.

Uma maior de liberdade de escolha entre cuidados públicos e privados, o fim das taxas moderadoras e o aumento da comparticipação e o incentivo do consumo de genéricos passando a prescrição a ser feita por “denominação comum internacional” são outras das ideias do PSD. O partido fala ainda se parcerias público-privadas mas sem clarificar os contornos em que as pretende desenvolver.

viernes, 4 de septiembre de 2009

miércoles, 2 de septiembre de 2009

Cada vez que vejo a cara da D. Manuela lembra-me uma anedota. assim: uma mãe chega a casa e encontra filha nua, ralha e ela responde: não estou nua este é o fato do amor. Pensa bem e espera o marido da mesma forma , nua. O marido pergunta: porque é que estás nua? não estou nua, este é o fato do amor. Responde o marido: podias ao menos passá-lo a ferro.
Olhando a D Manuela e o Socrates ocorre-me: pelo menos ele está passado a ferro.