Vida inventada
Sinto a vida a esvair-se,
Por entre as brumas dos Invernos.
Já se agitam as sombras da eternidade,
Ganham forma as coisa deste mundo.
Ao sopro dos ventos, em cada gesto
Da consciência do homem,
Que vem do sono profundo
das palavras, que nascem do amor
do primeiro acto e se foi gerando.
Sopram os ventos em cada gesto criador.
No esforço da composição do verso,
Faz-se a luz nos templos do Universo.
Na Natureza que nos alimenta os sentidos.
A cada passo escuto o amor,
Que se manifesta na grandeza do processo,
Que faz pensar nos caminhos
Que só Deus conhece.
E vivo neste erro em que o poeta
Inventa os seus dias,
Enquanto viver,
Cantando as tristezas e alegrias.
João Norte
"Sopram os ventos em cada gesto criador"
ResponderEliminarE assim nasce o poema para dizer da mágoa e do júbilo da vida.
Um abraço.
Adorei !
ResponderEliminar- Aproveito para te dizer que no outro dia entrou na minha Papelaria uma menina que na escola tinha lido o teu livro "o Peso do Silêncio", ou seja: a Professora levou o livro para dar a conhecer e ensinar aos alunos...Aula de Português!
Grande João Norte!
Andas a ser lido e comentado , admirado, e outros "ados" sem saber :-)
Mérito teu, mais que merecido, Parabéns querido Amigo.
Beijinhos para a Fernanda e Catarina
Da vossa sempre amiga, que luta para salvar uma casa colocada no sitio errado em tempo de grande crise financeira! (para alguns)!
Lurdes Pereira
Proprietária de uma Papelaria Livraria às "Moscas"!
ashera.info
Pois é Loudes.
ResponderEliminarQuem leu sabe que são bons. Mas como diz o Henrique , não apareço no ecrã.
Um abraço.
Caro João Norte!
ResponderEliminarA «besta» não lê, e o pouco que lê é novela da mais reles porque leva uma vida tal e qual e revê-se nelas, novelas. As mulheres lêm Maria, Ana, etc., os homens lêem Ronaldo, Oliveira e Costa, Sócrates, etc.. :lol: